Os Aristocratas

  • Os amigos dos gnomos:
 E ao entrar no senado entoado pelo espírito dos gnomos, Helicanom o Celebre direcionou a sua presença para o centro do enorme pátio para aquele que lhe impedira de falar anteriormente, viu então que o debate para a guerra já levou algum tempo e estava perto do ápice do debate, então foi até seu lugar para escutar como ia a opinião da maioria.
"Não podemos perdoar o que eles fizeram conosco, pois fomos encurralados no precipício e agora estamos sendo forçados a recuar de nosso próprio território, isto é um desrespeito com o povo que tanto amamos." Fala Alclides o Bravo.
O ambiente começou a mudar no senado, que era no estilo romano a realidade começa a mudar, as cadeiras se tornaram em poeira e o chão começou a rachar, as paredes começaram a se apertar, o chão mudava de textura, o ar ficava mais metálico e quente, a cor do local ficou mais escura. As paredes começaram a ficar estreitas o chão agora era duas partes o acima onde ninguém estava e o abaixo onde poucos se encontravam, a grande maioria das pessoas começaram a se agarrar nas paredes, quando finalmente as paredes pararam o chão começou a se quebrar formando veias que levavam até um fundo escuro e distante.
"Prefiro que entregue a terra e nos concentremos por atrás das muralhas que somos fortes, tendo assim como posteriormente reverter a situação e ir para cima deles enquanto se enfraquecem." Fala Zemi o Crivo.
Tudo voltou a mudar as paredes e chão voltaram a um nível só, mais a distante começou a aparecer se separar para duas visões um azul do céu e outro verde de um gramado leve para todos os lados, o chão começou a subir em cor amarelada se formando em uma passarela que subiu alguns metros até que parou  seu meio, a borda cresceu mais um pouco formando parapeitos com todos na parte superior da muralha, assim que parou cadeiras de pedra se materializaram com um pouco de videiras amaciando a pedra dura e então todos se sentaram esperando o próximo.
Se levanta de seu lugar então Osteulau o Herói e vai até o centro da muralha. Ele para então na borda da muralha e entoa o grito de guerra de seu clã "Bravos, fortes e corajosos não desistam, pois somos um só." O clima se esquenta, o sol começou a se por o azul muda de cor para um alaranjado e o solo para um roseado, com todos esperando o que vai ser falado. "Chegará a hora em que haverá paz para o povo, porém não agora, podemos ir agora e morrer ou esperar e morrer também pois o número deles é grande, porém maior é nossa justiça, levantem guerreiros pois vamos enterrar os velhos primeiro e depois os jovens, infelizmente a guerra vai forçar a volta de alguns costumes, por isso peço que quem me seguir deixe o que tem na sua terra natal e leve somente uma espada e um escudo pois o resto o povo à de prover. Pois nossas vestes não são de outro se não do povo que nos elegeu como heróis. Mostrem a seus ancestrais a força de seu clã." Para de falar e então olha em e o ambiente volta a ser um senado normal e vê que ainda existe os que são contra, e olhando para onde se encontram ele berra. "Ahiu Bravos." O senado treme, gira em torno dos presentes e mais uma vez. "Ahiu Bravos." A paredes racham e o teto desaba, finalmente olha para a porte e grita mais poderosamente. "Ahiu Bravos." todo o senado desmorona e ele segue em marcha para a guerra com todo o senado em ruínas.
Os mais novos o seguem enquanto os mais velhos ficam parados, até o momento que o sangue novo escoa completamente do ambiente e fica somente os mais antigos.
Helicanom então se levanta olha para todos, e todos o olham com veemência, ele então abre lentamente a boca e morde uma maçã.
Zemi então se levanta e olhando para o centro do salão fala "O sangue novo já decidiu seu uso o que depende para nós agora agora é proteger os menores que ficaram para trás."
O senado volta lentamente ao normal.
Helionora bate então sua espada no chão e olhando para o Crivo fala "covardes mesmo que vivam para sempre jamais vivem em paz, já passou muitos ciclos dês de que fui sangue novo, mais que muitos daqui, não vejo com maus olhos a opinião de meus iguais, porém não acho que estejam com o coração no local certo e isso é que estraga o coração."
Antes de voltar ao normal o ambiente se fechou, as rochas do senado que voltavam ao normal pararam e viraram pó caindo lentamente no chão formando uma camada de areia no solo.
Zemi então bravo reclama " já fui a mais guerras e batalhas que o próprio tempo se lembra, não ache que estaria vivo até hoje se não fosse bra.... gha gha" se engasgando com seu sangue não consegue completar a frase.
Da poeira do senado subiu lâminas até o pescoço em torno do corpo de Helicanom e panos de cor branca cobrindo o corpo de Zemi e o levando lentamente para uma cama que se formou lentamente do chão.
Todos ficaram congelados, a flecha que cortou o pescoço de Zemi estava se transformando em água, Helicanom então se levantou e falou com calma. "Eu Helicanom o Celebre sou o responsável pela flecha que matou Zemi, e reclamo o meu direito de defesa. Foi encontrado provas o suficiente de condená-lo a perjúrio de ir de encontro com nossos rivais na maioria das guerras e batalhas que participou, crime hediondo e punível a morte, trago seis comandantes inimigos que tem a prova do ato."
  • Os oficiais:
 Da declaração de guerra até o termo de rendimento, na maioria das vezes os aristocratas que tendem a ter mais costume para realiza estes tipos de cerimônias, seja para comandar ou controlar, a classe de aristocracia tende a ter mais chances de entrar para a historia porem de igual é sua chance de morrer e nunca ser lembrado, seus comandos levam em conta seu carisma, fazendo parte de seu senso a liderança, a semelhança com cães pastoreando bois é a melhor representação de um aristocrata, mesmo tendo nenhum poder mágico, sendo lento como uma pedra ou fraco como um galho, consegue comandar o mais poderoso dos bruxos, rápido dos ladrões e forte dos guerreiros, ao lançar um comando ou ter ideias geniais ele acaba tendo que depender de condições as vezes de interpretação ou de sorte para testar se pode realmente funcionar seu comando.

  • O cristal mágico:
 As almas dos aristocratas são representados por um mulungu roseado que está sempre soltando suas pétalas pela leve brisa do ar nunca tocando em um chão, o mulungu é a arvore que representa almas que nasceram com a estatística dominante carisma, que representa a resistência nas dificuldades existentes do meio classificados por sua capacidade de mudança já que ao chegar em níveis mais altos é dificil saber realmente como matar um. O ar é a representação de seu espirito livre.
  • Características da classe:
 Pontos de vida:Valor de Destreza mais o valor de Carisma Interpessoal
 Proficiências: Para qualquer coisa se faz um teste simples com d20 se conseguir aquela arma é comum para o personagem até que ele deixe de usar sendo que mesmo que ele pegue o mesmo tipo de arma tem que lançar novamente.
Azar: Essa classe é imbuída de uma proficiência extra, fazendo com que todo rolamento de ação seja feito em desvantagem.

  • O encanto:
 Ao falar, interpretar ou à ler uma pessoa esta classe utiliza de suas habilidades naturalmente sem precisar na maioria dos casos de realizar o teste para descobrir qual o tipo de carisma que melhor se aplica a ele, o teste do carisma é bem simples só é necessário que o personagem tenha um grande sofrimento para que será gravado em seu corpo o simbolo de seu tipo de carisma. Se aparecer um S seu carisma é do tipo focado representado por uma presença imponente e sério possuindo um discurso forte e bem estruturado, conseguindo convencer as pessoas de seu ponto de visão. Caso ocorra de aparecer um C seu carisma é do tipo Visionário inspirando as pessoas com seus comportamentos e discursos, conseguindo a dar ideias novas e surpreendentes para as pessoas. Quando se aparece um N seu tipo de carisma é autoritário, tendo uma grande habilidade de fazer com que os outros ajam segundo seus preceitos, os convencendo de que é a forma mais eficaz de realizar determinada tarefa ou executar um projeto. Além disso pode aparecer a letra A seu tipo de carisma é gentil incentivando bons sentimentos , sendo bem utilizado para proteção e auxilio dos mais fracos  oprimidos ou em questões espirituais.
  • Classes secretas:
 Para alterar para uma classe tem certa dificuldade pois deve se encontrar quem já é ou um documento que explique como se tornar, porém pode criar uma nova classe com certo esforço. No caso de certas classes é mais simples pois é mais comum, porem as verdadeiras classes dos aristocratas são secretas, são realizadas ordens e organizações secretas que garantem a manutenção desse segredo, algumas classes podem estar perdidas por não ter sobrado quem ensine, somente livros para ensinar o que dificulta o uso de suas habilidades.
  • O senado e o anfiteatro:
 Apresentações, debates são o espirito de um aristocrata, apresentações que acaloram o coração das pessoas ou debates históricos que mudam a realidade são possíveis, tanto pelo seu carisma quanto pelo local onde está sendo feito, pois são espaços carregados de grande poder mágico que se ativa devido a interpretação e se escalona no decorrer das interpretações.
 O senado é composto por aristocratas bem preparados para o debate ações devem ser justificadas com argumentos, e estes argumentos sendo bons ou ruins vai da interpretação, a realidade pode ser alterada no decorrer dos atos, mas muitas vezes antes disso ocorrer a experiencia de pessoas mais preparadas é utilizada e impede que saia fora de controle, sendo uma forma mais brusca e resistente do que se pode ocorrer ao utilizar o poder transformador do carisma.
 O anfiteatro é livre para todos participarem como bem desejarem seja de qual classe for, porem só ocorre mudança espacial caso esteja algum aristocrata presente, sendo uma forma mais leve e bonita de se presenciar o uso do carisma, somente quando é intencional que o anfiteatro faz algo que fira o Aether e o Sanctus.

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